PLEITO ELEITORAL: OS ÓRGÃOS DE ACESSO É QUE SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA CADEIRA DO PODER.

Por Cimberley Cáspio

segurançaImagem: bahianoticias.com.br

O problema da Grécia nos alertam que um político pode custar caro ao país,tanto economicamente,como socialmente. A decisão de um político pode tanto beneficiar,como exemplo dos países escandinavos,ou pode levar todo um povo ladeira abaixo,em direção a um poço sem fundo,como exemplos na América Central, América do Sul, África , Oriente Médio,e Sudeste Asiático.

O político grego,custou ao seu povo quase 100 bilhões de dólares, e escravizou o país para sempre; como também a Argentina, hoje quebrada e comendo das migalhas que caem da mesa russa. No Brasil, o estrago também é enorme, e somente um movimento extremo de patriotismo, será capaz de reverter à engrenagem para dar início ao difícil processo de subida do poço até à superfície,que de onde estamos,nem a luz da borda enxergamos mais.

Vemos nesse fatídico quadro que não só o político responsável pelo flagelo é culpado,como também o sistema que permitiu o seu acesso ao poder,também o é. É como a segurança que faz a proteção do presidente da república. Qualquer acesso à pessoa do presidente deve ser exaustivamente checado,como por exemplo,ninguém pode chegar perto do presidente americano,sem que o Serviço Secreto tenha plena certeza de quem seja,tudo é checado,inclusive antecedentes gerais. A mínima dúvida, o acesso à autoridade máxima americana é bloqueado.

Qualquer função de poder,seja municipal,estadual,e federal, expõe o perigo de satisfação do ego pessoal do dirigente principal, e o mesmo cair em sérias tentações,que de forma insana, levará o povo sob sua gestão, a flagelos irrecuperáveis. Atos que podem ser medidos na mesma proporção a um desastre natural épico.

As instituições que permitem o acesso do político ao poder máximo do país,tem a mesma função do órgão de segurança que protege o presidente, e quando há falhas nessa segurança, o desastre é tão certo quanto à morte, e os responsáveis pelas falhas,são severamente punidos,como no caso das mortes dos presidentes americanos, Lincoln ,Willian MckKinley, e John Kennedy.

Sendo assim, as instituições que permitem o acesso de um mal político ao poder máximo do país,devem ser totalmente devassadas, e os responsáveis pela falha no acesso,severamente punidos. O povo não é culpado, pois o mesmo, em sua maioria,não tem acesso a tecnologia e nem poder para checar o candidato,devassar a sua vida, neutralizar o acesso do mal candidato ao poder,e que dirá, impedir a sua posse, se assim for necessário.

O voto é mera formalidade, a funcionalidade real está nos órgãos responsáveis pelo pleito eleitoral,como justiça eleitoral,justiça civil, justiça penal, e justiça fazendária, todos tocando de modo afinado, na mesma sintonia, e partilhando informações,que mesmo que o candidato alcance o número de votos válidos,caso os órgão públicos detectem problemas no candidato, tem obrigação de impedir a posse, informando ao povo o motivo da ação, e deixando à população, a responsabilidade da decisão final. Se corrobora o pleito, ou mantém o impedimento,anulando tudo, e realizando nova eleição.

Dá trabalho? Muito. Mas observando o quadro que ora nos encontramos, analisando a questão grega, Argentina,México,e tantos outros países que flagelaram seus povos, e encontram-se em situações irrecuperáveis de reversão econômica e social,por mais trabalho que dê, segurança nunca é demais.

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