EXECUTIVOS DO APLICATIVO UBER VÃO SER LEVADOS A JULGAMENTO EM SETEMBRO.

Por Chine Labbe e Ingrid Melander- reproduzido e editado p/Cimberley Cáspio

uber 01Imagem: meiobit.com

Paris-França-Reuters- Dois executivos do aplicativo Uber com sede na Califórnia vão enfrentar um julgamento na França, em 30 de setembro,revelou o Ministério Público de Paris, nesta terça-feira, em que fará uma repressão francesa sobre o que o governo chama de serviço de táxi ilegal.

Thibaud Simphal, gerente do aplicativo Uber Francês, e Pierre-Dimitri Gore-Coty, gerente geral para a Europa Ocidental, foram detidos pela polícia na segunda-feira numa investigação que levou os agentes,invadir os escritórios da Uber .

A investigação centra-se em uma das opções de transporte da empresa local conhecidos como UberPOP, que permite aos passageiros reservar passeios com motoristas particulares através de telefones móveis, um serviço que levou operadores de táxi reclamarem de concorrência desleal.

A lei francesa de outubro 2014 já colocou uma proibição de colocar os clientes em contato com motoristas não registrados no poder municipal, e com aplicativos como o UberPOP. Mas a Uber contestou à regra, dizendo que é contrário ao direito da liberdade de fazer negócios.

Os executivos Uber serão julgados por acusações que incluem à realização de práticas comerciais enganosas e cumplicidade em operação ilegal de serviço de táxi. Disse o promotor Francois Molins em um comunicado.
Os encargos também incluem manter e utilizar dados pessoais sem autorização de privacidade dos dados de vigilância da França.

O aplicativo Uber disse em um comunicado nesta terça-feira que queria “continuar as negociações construtivas com o governo” na regulamentação dos transportes e que esperava o Conselho Constitucional da França dar a sua opinião sobre a lei 2014 até o final de setembro. Ele não fez comentários sobre o julgamento.

Uber provocou protestos por motoristas de táxi de Londres a Nova Deli, pois erige modelos de negócios tradicionais que exigem motoristas profissionais,os quais, pagam taxas baixas de licenças para operar táxis.Quer dizer,trabalham livre da exploração por parte das cooperativas e dos “donos” das autonomias.

Enfim,as várias batalhas reguladoras poderão afetar a avaliação da empresa, cotada atualmente acima de 40 milhões dólares americanos com base em sua mais recente captação.

Na França, a reação intensificou na semana passada quando taxistas bloquearam os principais centros de transportes em um protesto, às vezes violento, contra o que eles dizem de concorrência desleal.

Os protestos estavam entre os mais ferozes em uma série de greves e manifestações em toda a cidade parisiense.
Fonte: Reuters

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