“TERCEIRIZAR A GUERRA EM NOME DE ALÁ, MELHOR NEGÓCIO NÃO HÁ.”

Por Cimberley Cáspio

ritualmuculmanoImagem:ombl.wordpress.com

Muito embora aconteça algumas raridades, foi-se o tempo em que nações invadiam soberanias independentes, ao prazer dos ventos. Claro que a invasão do Iraque em 2003,perpetrada pelo presidente americano George W. Bush,foi uma emergência mundial,afinal, Saddam Hussein “estava desenvolvendo perigosamente bombas atômicas,segredo descoberto pelo neto do presidente americano no sítio do avô,no Texas”,onde a realidade dos fatos,veio a mostrar que tudo não passou de um teatro muito mal escrito,que terminou em total fracasso,deixando na região invadida até hoje,um rastro de mortes e crueldades intermináveis,além de aumentar significativamente os gastos públicos das despesas americanas com pensões por morte e invalidez dos veteranos. E a lição do Vietnã,foi um exemplo que os presidentes americanos querem evitar a todo custo.Sem esquecer,que a Alemanha já pagou indenizações bilionárias a países,vítimas da agressão nazista na segunda guerra. E até hoje,paga um valor significante a Israel pela morte de milhões de judeus em campos de concentração na época.

Sendo assim,a ideia de se criar e financiar milícias independentes, a fim de invadir Estados soberanos,se tornou mais viável em termos econômicos e políticos. Melhor deixar uns malucos fazerem “o serviço”, a ter que se explicar ao mundo, ao Congresso Nacional, e ao povo da nação,sobre fracassos estratégicos militares,como também, mortes e ferimentos de forças regulares,e o melhor, além de desviar o foco da imprensa,os custos previdenciários que encareceriam muito à despesa pública nacional,em relação à pensões por morte e invalidez de soldados regulares,deixa de existir, afinal,essas organizações “terroristas”,é que se responsabilizam pelo recrutamento dos militantes radicais,os quais,se prontificam voluntariamente morrerem de forma barata e gratuita por Alá, pois o que importa,é o contrato principal com a liderança quanto aos objetivos finais, quanto aos militantes radicais,é problema de Alá.Melhor negócio não há.

Assim,os E.U.A,Israel e aliados da OPEP,criaram o Talibã, a Al-Qaeda ,e agora o Estado Islâmico. De milícias,se transformaram em organizações,e através de financiamento e suprimentos bélicos,atendem mal ou bem, os interesses de inteligência e ocupação nas regiões “determinadas” pelos seus pais.

A questão é que criar monstros é perigoso,e perdendo o controle da criação,a coisa se torna independente,e se volta contra o criador. E o Talibã,a Al-Qaeda,e o Estado Islâmico,saíram do controle,e só resta agora aos criadores,se não a eliminação por completo, a restauração do controle,onde o chicote está em andamento,porém com parcialidade,sem tropas regulares no chão,somente com ataques aéreos.

O Estado Islâmico,por exemplo, foi criado para invadir países soberanos “determinados” e dominar matrizes energéticas como o petróleo na região do Iraque e na Síria.Mas ao invés de cumprir o ordenamento,enfiaram os pés pelas mãos,e começaram a fazer o que bem entenderam,inclusive negociar petróleo no mercado negro, com preço muito mais baixo que os preços praticados no mercado oficial,o que não lhes era permitido,assim como também impor terror aos civis.Claro que isso irritou os seus criadores,principalmente a Arábia Saudita,que já repassou até agora em dinheiro para à organização do Estado Islâmico,4 milhões de dólares,eu disse,4 milhões de dólares. E ao que parece,o ego subiu à liderança do ISIS, e se desviaram por completo do projeto criacional da organização,onde começaram a matar com crueldade,aleatoriamente, impondo o terror de forma abominável,eliminando civis,e outras vidas por discriminação religiosa, discriminação de castas,e ainda apresentando as crueldades em vídeo ao mundo, como se quisessem dizer,que com eles ninguém pode,esquecendo que se chegaram onde chegaram,foi estritamente por meio de financiamentos e suprimentos bélicos dos seus pais,E.U.A, Israel e países da OPEP. Por que o Estado Islâmico não invadiu o Kuwait? Não é muito mais rico que a Síria? Ai deles se fizerem isso.

Mas independente disso,não interessa a eliminação do ISIS,ainda,pois a Arábia Saudita necessita dos serviços da organização no Iêmin para combater a tribo dos Houthi. Essa matriz ainda não está controlada,e o petróleo do Iêmen não pode ficar nas mãos dos Houthi. O problema é que nessa região,as três organizações não estão se entendendo,e estão complicando o negócio. A Al-Qaeda,está conseguindo engolir o Estado Islâmico,já o Talibã,está radicalizando pra cima dos dois.

E para que esses malucos,não saiam muito do controle,os serviços de inteligência os observam de perto,não só em campo,como por satélites. Se a coisa se agravar demais,vai-se eliminando os líderes,e substituindo-os por líderes mais afinados com os “mandantes internacionais.”

Caso idêntico está acontecendo em relação a UE,com a Ucrânia,onde os exageros bélicos do presidente ucraniano estão incomodando demais os líderes europeus,os quais,já pensam em suspender as sanções contra a Rússia,e estão agora seriamente pensando em não deixar o país ucraniano fazer parte do bloco comum dos países do euro,ainda mais sabendo através do site CyberBerkut,que o país está falido,não tem dinheiro, não poderá cumprir pagamentos,e está pedindo amortização das dívidas.

O belicismo da Ucrânia está criando uma situação perigosa para a Europa,e uma guerra contra a Rússia,ninguém quer.

Fonte : Sputnik Brasil
Anti Nova Ordem Mundial

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