CAZUZA SE RENDEU AO SENHOR JESUS CRISTO? ABAFARAM E NINGUÉM FICOU SABENDO.

Fonte : http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-cazuza-uma-convers%C3%A3o-ao-evangelho-abafada-pela-m%C3%ADdia-illuminati – reproduzido e editado p/ Cimberley Cáspio

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“Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus Cristo, como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro “Fiz Parte deste Show”, escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí, e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS.”

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele nos seus últimos anos de vida.

“Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz”.- Cazuza.

É um livro sensacional.

Fonte: Livro – Fiz Parte Desse Show

Editora: A.D. Santos de Curitiba”

O pdf dele pode ser baixado ou lido on-line pelos seguinte links:

http://pt.scribd.com/doc/23293988/Fiz-Pa…aria-Costa

http://www.4shared.com/file/143353435/76…costa.html

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-cazuza-uma-convers%C3%A3o-ao-evangelho-abafada-pela-m%C3%ADdia-illuminati#ixzz3aJBKT0cF

Lucinha Araújo,mãe do cantor e presidente da Sociedade Viva Cazuza,nega, e declarou que processou a autora do livro por calúnia.

Mas vamos ao texto.

Imagine um ídolo de toda uma geração. Alguém que forme opiniões, que influencie poderosamente à juventude de um país arrebatando multidões por onde passa. Para completar, o sujeito é músico, um verdadeiro fenômeno do mercado fonográfico. Pense num símbolo da anarquia, apologista da rebeldia, alguém cuja fama não se restrinja somente ao talento artístico, mas se confunda com sua elétrica e polêmica vida privada. Atualmente, o Brasil não possui alguém que atenda a todos os adjetivos descritos. Pode até ser que haja quem preencha alguns deles, mas não todos. No passado, porém, foram muitos os cantores nacionais cujos nomes representavam a bombástica combinação “vida desregrada”+”popularidade absurda em todas as camadas sociais”+”arte politizada”. De cara, três nomes me vem à mente: Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.

Agora, pense no impacto que não seria a conversão ao Evangelho de qualquer ídolo liberalista hoje((me refiro à uma conversão genuína, sem concessões; uma entrega total.). Se, por exemplo, o Zeca Pagodinho, o Rômulo Costa, o Neguinho da Beija-Flor ou a Regina Casé se convertesse, será que a indústria da noite e tudo o que ela agrega permaneceria a mesma? Se o Marcelo D2, o Mano Brown, O Gabriel Pensador ou o Falcão se rendesse a Cristo, será que todos os seus seguidores, compostos em sua maioria favoráveis ao uso da maconha, permaneceriam defensores da erva? Se o Jean Wyllys, a Maria Gadu, a Ana Carolina ou o Luís Mott se sujeitasse ao Senhor Jesus, será que o ativismo gay não sofreria um baque, uma perda de fôlego? Se um ídolo pertencente ao topo da cadeia musical brasileira como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Cláudia Leite ou Paula Fernandes conhecesse o REI,o Salvador, será que a indústria fonográfica(e suas ramificações.) reagiria bem? Se um astro da televisão como Xuxa, Luciano Huck, Angélica, Miguel Falabella, Jô Soares, Ana Maria Braga, William Bonner ou Glória Perez renascesse no Senhor, será que os telespectadores ficariam insensíveis ao receberem a bomba? E se um indivíduo que, até certo ponto, reunisse tudo o que foi citado acima(a boemia, a droga, a simpatia LGBT, o sucesso estrondoso e a formação de opinião.) e, ainda por cima, brigasse por suas ideologias, fosse intelectualizado, podre de rico, viesse a, no mínimo, tornar-se simpatizante do Senhor Jesus Cristo??? Provavelmente o abalo não seria pequeno.

Enfim, leitor, os dois parágrafos que escrevi acima tem como fim principal chegar ao seguinte nome: Cazuza. Vítima da AIDS em 1990, talvez ele tenha sido o maior representante do liberalismo no Brasil(embora indiretamente.). Quando seu nome nos vem à mente, as primeiras coisas das quais nos lembramos são “sexo, drogas e rock’n roll”. Uma vida sem qualquer direção, levada pelo vento e por uma sequência de atos aleatórios movidos por lemas como “viva a vida intensamente” ou “a minha vontade é a lei”. Cocaína, maconha, álcool, relacionamentos homoafetivos, parceiros amorosos dos mais diversos, bacanais, declarações anti-cristãs e discursos políticos inflamados deram o tom da vida do artista. Tudo isso com um detalhe: ele nunca fez a mínima questão de esconder ou omitir nada. Cazuza sempre teve a sua vida como um livro aberto, característica típica de sua autenticidade. O que os outros não ficavam sabendo através das muitas testemunhas que costumavam acompanhar o cantor, descobriam mediante o próprio em suas muitas entrevistas e programas de TV dos quais participava. Infelizmente(e de forma estranhíssima.), o que me deixa extremamente indignado é o fato de justamente o acontecimento mais curioso(e que poderia vir a ser o mais chocante para a opinião pública.) na vida do roqueiro jamais ter sido divulgado pela mídia. Me refiro à uma provável conversão por parte do artista.

Agora eu pergunto: quando foi que você, caro leitor, alguma vez viu na TV ou escutou no rádio qualquer comentário ou especulação acerca desse evento na vida do Cazuza? Nem que tenha sido em tom de chacota? Quer saber mais? O fato foi narrado minuciosamente num livro publicado não de forma independente, mas numa editora de tradição no segmento evangélico, ou seja, ao pleno alcance de todos na época de sua publicação(1999.), e cuja autora(Ana Maria da Costa.) e protagonista da história(ao lado do artista) encontra-se, até hoje, viva e gozando de saúde. Segundo seu relato, Ana Maria foi, nada mais, nada menos que a pessoa mais presente na vida de Cazuza, junto a Lucinha Araújo, em seus últimos 3 meses de vida. Foi a única acompanhante de enfermagem com a qual o cantor temperamental conseguiu se adaptar e, mais adiante, estabelecer um grande laço de amizade. Seu carinho e cuidado para com Cazuza foram fundamentais para que o roqueiro tivesse tido um final de vida mais tranquilo e, inclusive, para que seu quadro clínico melhorasse em certos momentos. Ele foi cativado de uma tal forma por Ana Maria que chegou ao ponto de tê-la como companhia imprescindível aonde quer que fosse. Diante dos fatores listados acima, permita-me reformular a questão anterior indagando: quando foi que você, caro leitor, viu essa mulher munida de uma história tão emocionante e que diz respeito a um verdadeiro fenômeno da cultura nacional que foi o Cazuza, no Jô Soares? Quando foi que a viu no Serginho Groisman? Quando foi que a viu na Xuxa? Quando foi que a viu na Angélica ou no programa de seu marido? E na Marília Gabriela? Na Sonia Abrão? talvez quem sabe, então, na Luciana Gimenez? Nem nos canais a cabo??? Agora vejamos: o que todos os apresentadores citados, bem como 99% daqueles que integram a mídia brasileira, tem em comum? Resposta: o liberalismo. São todos responsáveis pela engenharia social que deixou nosso país como está hoje. São todos fantoches da elite global que possuem compromisso tão somente com suas contas bancárias e classe social. Em seguida, vem o que é ainda mais esquisito: nem os programas evangélicos abriram espaço para Maria da Costa ou mesmo para o anúncio de seu livro, publicado pela editora batista A.D.Santos. Falando em “batista”, o que os batistas fizeram em relação a isso(seja em suas publicações e programas de TV e rádio, seja no boca a boca.)? Nada mais coerente de se perguntar, já que não somente a A.D.Santos, como a própria Ana Maria da Costa também são batistas.

Um abafamento total. Um boicote. Assim foi conduzido o lançamento do livro Fiz Parte Desse “Show” em 1999. Uma bomba abafada que permanece sepultada até hoje mesmo perante o advento da internet. Nada mais natural se levarmos em consideração que estamos num país que, a despeito de suas fartas riquezas naturais capazes de sobrepujar facilmente o resto do mundo, seu principal chamariz internacional continua sendo a indústria da noite, a ideia de um paraíso tropical perfeito para a satisfação de todo tipo de fantasia(Rock In Rio, carnaval, funk, futebol, Lollapalooza, viradas culturais, réveillons, shows internacionais cada vez mais frequentes, prostituição, etc…). Não pense você, leitor, que o Brasil conquistou o direito de sediar uma Copa do Mundo emendada numa Olimpíada e, agora, deixará seus clientes, isto é, o turismo internacional a ver navios sobre suas principais expectativas quando aterrissam no solo tupiniquim. Por que você acha que, ao mesmo tempo em que querem legalizar a prostituição no Brasil, estão querendo reduzir a maioridade penal? E simples:penalizar? Punir o criminoso com menos de 18 anos? Longe disso. Simplesmente para que a indústria da prostituição infantil que já ocorre cotidianamente debaixo dos nossos narizes possa se transformar em algo legal atendendo, destarte, à grande demanda que os muitos megaeventos que teremos em breve(sem falar dos que já acontecem anualmente.) irá exigir e, consequentemente, trazer lucro nababesco ao governo às custas da exploração sexual das nossas mulheres e meninas. Cazuza simbolizava isso tudo. Não me refiro à prostituição propriamente dita, mas à indústria que deriva ela. Pode imaginar o impacto que o testemunho de Ana Maria poderia provocar se fosse devidamente propagado? No mínimo, ele serviria para influenciar outras figuras famosas e queridas do povo, outros formadores de opinião quase tão grandes quanto ele. Por isso foi omitido. Tanto quanto as tragédias ocorridas durante o show dos Rolling Stones na praia de Copacabana, evento ovacionado pela mídia quase inteira. Tragédias que, assim como a possível conversão de Cazuza, não resolveriam problema algum caso fossem noticiadas, mas certamente trariam um desconforto, um incômodo, um obstáculo à agenda socialista implantada no país.

Dificilmente os fatos narrados no livro foram inventados ou alterados. Nem a mãe do cantor, Lucinha Araújo, nem qualquer outro familiar veio a público desmentir os fatos descritos ali. Por outro lado, me estranha que Lucinha, participante até hoje de tantos programas televisivos(além de ter participado de uma biografia e escrito outra que originou, por sua vez, um filme.) especiais sobre seu filho, jamais tenha mencionado Ana Maria da Costa. Sinceramente, quero me recusar a crer que ela omita isso por saber que a imagem do Cazuza que ainda vende é a imagem que o “mundo” aprendeu a amar. Me recuso a crer que ela proceda assim pensando unicamente nos aspectos comerciais(ou, no melhor dos casos, nas gordas doações feitas por essa mídia podre à Sociedade Viva Cazuza.). Prefiro achar que não passe de uma questão puramente religiosa, uma vez que se trata de uma mulher espírita.

A repercussão de uma provável conversão do cantor ao Evangelho, numa comparação com a Bíblia, equivaleria, quero crer; ao abalo de uma conversão de Barrabás junto à comunidade judaica da época. Lamentável. Uma publicação tão corajosa, ousada e honesta calada muito antes desta febre gay, deste fenômeno homossexualóide dos últimos tempos.

A literatura em si é pequena, compacta, enxuta(61 páginas.). Pode ser levada para qualquer lugar e ser facilmente distribuída. Um livro de bolso perfeito que, caso voltasse a ser publicado, passaria facilmente pelas alfândegas socialistas que tem surgido em nossas escolas, empresas e repartições públicas. Escrita de maneira simples, sem um vocabulário muito rebuscado, poderia ser lida e compreendida por qualquer pessoa alfabetizada. De quebra, ainda traz fotografias da autora ao lado de Cazuza e sua mãe. Quero apenas enfatizar algo que, talvez, muitos não venham a perceber ao longo deste texto: de modo nenhum estou afirmando que Cazuza virou crente. O que estamos trabalhando aqui(o mesmo feito pelo livro, diga-se de passagem.) é unicamente a possibilidade disso ter ocorrido, fato que, por si só; seria impensável não fosse o testemunho da missionária e enfermeira vir à tona.

Encontrar esse livro hoje em dia é algo raro, seja em acervos particulares, seja em sebos. Ele teve uma tiragem de 3000 exemplares e parou por aí. A editora alega que uma ação judicial da parte da família de Cazuza teria vetado as vendas de “Fiz Parte Desse Show”. Para que tenham uma ideia, na megalivraria chamada Estante Virtual (http://www.estantevirtual.com.br/), uma loja virtual contendo 11 milhões de livros disponíveis oriundos de 1300 sebos e livreiros cadastrados de todo o país; eu só encontrei 1 exemplar de Fiz Parte Desse “Show”. Porém, nem tudo está perdido. O pdf dele pode ser baixado ou lido on-line pelos seguinte links:

http://pt.scribd.com/doc/23293988/Fiz-Pa…aria-Costa

http://www.4shared.com/file/143353435/76…costa.html

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