“DESENVOLVER A AMAZÔNIA COM MÃO DE OBRA ESCRAVA AMERICANA?”

Por Cimberley Cáspio

invasão
Imagem:guerraearmas.wordpress.com

Canal da Nicarágua,ou a megaferrovia que vai ligar os oceanos Atlântico e Pacífico? De qualquer forma,a China está dentro dos dois projetos, os quais,são grandiosos investimentos de peso, e prometem dar um salto vertiginoso na infraestrutura e economia da regiões,por onde tais projetos irão passar.

No nosso caso,a megaferrovia,vai ligar o Rio de Janeiro à Lima,mas o problema atual que passa o nosso país é grave. Estamos vivendo numa economia arrasada por roubos,e os que roubaram,continuam dando às cartas,e são os que vão costurar o acordo do projeto da ferrovia transoceânica. Esse é o problema.

Se o governo brasileiro e seus comparsas,traem o Brasil na maior cara de pau,o que podemos esperar dessa situação? Eles pensam no Brasil? Já demonstraram e provaram que não. Saúde,segurança,estradas-,tudo está um caos. O que pretendem? Por que antes de se pensar nessa ferrovia,não dão sequências às obras,não menos importantes,que estão paradas no nordeste? Por que não autoriza logo às remoções das cargas superdimensionadas armazenadas, vitais ao desenvolvimento do país,retidas de forma perversa e maldosa pelo próprio governo? Por que não tira da saúde à imagem de guerra que vemos hoje,com pacientes do SUS sendo atendidos no chão de hospitais? Por que não restaura a segurança pública,devolvendo ao cidadão,o direito de ir e vir?

Por outro lado,o que deve estar por trás desses projetos,deve ser nada mais,nada menos,do que movimentações militares americanas mais do que suspeita,nos dois lados do continente. Aumento do efetivo americano no Peru,Colômbia,13 bases no entorno da Venezuela, Paraguai, Chile, Honduras,e Porto Rico,além da IV Frota-Americana,no Atlântico,observando o movimento do Pré-Sal. Sem esquecer do aumento considerável do efetivo militar inglês nas Malvinas.

Uma coisa é certa,o cerco está apertando,só não sei se vai começar por dentro,ou por fora. Por fora já estamos vendo e sabendo,e por dentro,os traidores estão fazendo o serviço de rapinagem a mando de seus patrões internacionais.

Se tais projetos,é uma forma de estratégia militar,para persuadir uma invasão estrangeira-,pode ser,mas as narrativas reveladas no livro “O Sul mais Distante” (“The Deepest South”), do professor americano Gerald Horne, não podem ser descartadas.

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