CÓDIGO PARA A JIHAD.

Por O.N.D. – REPRODUZIDO DE MIDIA INDEPENDENTE – editado p/ Cimberley Cáspio

chinahttp://www.businessinsider.com

Antes de uma comunidade muçulmana entrar em modo Jihad, a primeira coisa que acontece é um apelo a todos os muçulmanos para que rejeitem veementemente o álcool, a carne de porco e o tabaco.

É essa faísca que inicia o processo, no qual pequenos grupos de muçulmanos começam a empurrar sua agenda sobre as comunidades muçulmanas usando forte pressão. Quando isso acontece, é um sinal de que o problema se aproxima. Logo em seguida eles começam a exigir uma mudança nas leis, a fim de forçar o país para consentir a suas demandas.

Este problema acontece em qualquer sociedade onde o Islã é acolhido. Assim, quando os muçulmanos invocam “liberdade de religião”, a bola começar a rolar e logo a ética do Islã começa a entrar em conflito com a cultura da nação anfitriã.

O que o Ocidente precisa aprender, e ele vai, lentamente, é que o Islã é a antítese da ética ocidental: quanto mais você tiver muçulmanos arrependidos, mais eles são propensos à violência, enquanto na ética judaico-cristã, é, geralmente, que quanto mais arrependido, mais se procura a paz. A razão para tal inversão entre as duas éticas é simples de entender. Em primeiro lugar, o Islã se concentra nas formas exteriores de “santidade”: Hijabs, barbas, não beber, não comer carne de porco e não fumar. Em segundo lugar, o conceito de “paz” do Islã não tem nada a ver com a compreensão ocidental do termo. Paz no Islã é a definição muçulmana por “justiça” e é estranha em todos os aspectos, seja o conceito de paz, a definição da paz e da prática da paz. No Islã, a paz só pode existir quando a Sharia reina suprema.

Portanto, a fim de combater a disseminação do Islã, a melhor abordagem é quase como a guerra contra as drogas, onde uma sociedade derruba o facilitador, que é o “traficante de drogas” (Imãs, mesquitas) e também a substância (Alcorão e materiais muçulmanos).

Então, na China, ao contrário do ocidente, eles fazem isso. As autoridades chinesas lançaram uma série de medidas “mão pesada” para enfraquecer o domínio da droga do Islã na região ocidental do país. O governo chinês, têm ordenado lojistas muçulmanos e donos de restaurantes em sua conturbada região de Xinjiang para vender bebidas alcoólicas e cigarros, e até mesmo promovê-los em “atraentes monitores”, como Radio Free Asia (RFA) relatou. O álcool e o tabaco, embora sejam um problema para os chineses, são o menor dos dois males. Portanto, agora os estabelecimentos que não cumpriram foram rapidamente advertidos, ameaçados de fechamento, e seus proprietários acusados judicialmente.

Funcionários do governo e crianças também estão impedidos de frequentar mesquitas, “para não consumirem a droga”, e são mesmo proibidos de observar o mês de jejum muçulmano do Ramadã. E em muitos lugares, as mulheres têm sido impedidas de vestir hijabs e os homens são desencorajados a cultivar longas barbas.

A China entendeu que espalhar o Islã começa por pressão de colegas e escárnio público para qualquer um que fuma ou bebe álcool. Por exemplo, na aldeia de Aktash no sul de Xinjiang, o representante do Partido Comunista Adil Sulayman disse que muitos comerciantes locais tinham parado de vender bebidas alcoólicas e cigarros a partir 2012 “porque temem escárnio público”, enquanto muitos moradores decidiram abster-se de beber e fumar.

Todavia, os islamitas estão impondo sua agenda impulsionada pela Sharia sobre o povo, e o governo chinês está frustrando as suas tentativas. Por exemplo, em um incidente na província vizinha de Qinghai na sexta-feira, uma multidão enfurecida de muçulmanos quebraram janelas de uma loja na cidade de Xining, depois que salsichas de porco e presunto foram encontrados em uma van de entrega, de acordo com o governo local e postagens em redes sociais.

Sulayman disse que as autoridades em Xinjiang viram que muçulmanos de etnia uigure que não fumavam estavam aderindo a “uma forma de extremismo religioso”, e isso é verdade até certo ponto. Eles agiram a fim de combater o crescente sentimento religioso extremista “que põe em risco a estabilidade”, disse ele.

O aviso ordenou que todos os restaurantes e supermercados em Aktash deveriam vender cinco marcas diferentes de bebidas alcoólicas e cigarros, e exibi-los de forma proeminente. “Qualquer um que negligenciar este aviso e não agir de acordo terá sua loja lacrada, seus negócios suspensos, e uma ação jurídica acionada contra eles”, disse o comunicado.

De acordo com a Radio Free Asia, a prefeitura de Hotan, onde está localizado Aktash, havia se tornado “um centro de esfaqueamento, tiro e incidentes violentos entre uigures e forças de segurança chinesas”.

Como Shoebat.com relatou, os uigures são em grande parte uma minoria de língua turca, que é reverenciado pelo regime de Erdogan na Turquia. Em 2012, Erdogan e o então ministro das Relações Exteriores Ahmet Davutoglu fizeram uma visita a Xinjiang, um lugar que os turcos não consideram como parte da China, mas sim consideram que é o Turquistão Oriental. No ano passado, terroristas muçulmanos na China detonaram um carro-bomba no meio de uma multidão em Xinjiang matando 31 civis e em 2013, um confronto envolvendo machados deixou 21 pessoas mortas na conturbada região do extremo-oeste da China de Xinjiang, que tem sofrido com a violência mortal na região desde julho de 2009, quando a capital de Xinjiang, Urumqi, foi abalada por confrontos entre a maioria chineses han e uigures minoritários que mataram quase 200 pessoas.

Os muçulmanos na China provaram uma coisa: que certas situações exigem que se tome certas medidas. As medidas que o ocidente em geral e os EUA em particular jamais considerariam, até que, claro, a violência muçulmana se agrave.

Não há dúvida de que o Ocidente acabará por tomar medidas drásticas como vemos na China.

Foi Benjamin Franklin que disse uma vez: “Uma grama de prevenção vale um quilo de cura”. Obama quer que acreditemos que um quilo de cura vale a grama de contribuição muçulmana à sociedade ocidental.

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s