PAREM DE MORRER DE DENGUE,POR FAVOR !

Por Cimberley Cáspio

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Imagem: venderhinode.com

Sofrer e morrer por causa da dengue,está totalmente fora do contexto. O Dr.Radjalma Cabral de Lima ficou nacionalmente conhecido por administrar o chá da flor,cravo de defunto, à centenas de pessoas no Brasil, e o resultado foi 100% de cura. Todas elas ficaram curadas da doença.

Centenas e centenas de informações á respeito do sucesso dessa aplicação do chá do cravo de defunto contra a dengue,estão na internet desde 2008.

E por que as mortes? Por total falta de informação. Não esperem pelas autoridades. Se informem. Políticos nada sabem,a não ser destruir o que é bom,como remédios que curavam e que foram tirados das prateleiras das farmácias, os bondes que não mais existem,os trens que no passado circulavam por cidades de vários estados,e devido a desativação dos mesmos,muitas cidades entraram em colapso e faliram,forçando migrações e abandono, bonitas praças e fontes que desapareceram de grandes centros urbanos,nossas crianças não brincam mais nas ruas,e nossas tradições estão desaparecendo; enfim,o histórico da política brasileira,após o governo militar,é um desastre em todos os sentidos,e não vai melhorar.

Sendo assim,vou repetir o famoso artigo. E por favor,se tiverem que morrer,que morram de outra coisa,mas não por dengue,por favor. É desperdiçar uma vida por nada.

‘DENGUE TEM CURA’

Dr. Radjalma Cabral de Lima.

Tenho acompanhado no noticiário a situação em que se encontra minha terra natal – Rio de Janeiro – devido a uma epidemia de dengue e estou oferecendo minha contribuição: Quando estava morando em Maceió, Alagoas, estive sendo monitor da ANEDE, na unidade Princesa Mariana.

Naquela época, trabalhei em plantões nos finais de semana em um hospital da Cooperativa Pindorama, bem próximo da cidade de Penedo, ribeirinha ao São Francisco, quase em sua foz.

Encontrei uma epidemia de dengue numa comunidade rural, onde a medicação não era suficiente, solicitei ao motorista da ambulância que me levasse até uma casa onde havíamos visto uma bonita plantação de cravos amarelos, colhemos uma boa quantidade de folhas levamos até o hospital de Pindorama, solicitei que a cozinheira preparasse um litro de chá e comecei a consultar.

Todos os casos em que havia dor muscular ou articular generalizada com febre, independentemente do diagnóstico, orientei a enfermagem (perplexa), que ministrasse goles do chá ainda morno, ao mesmo tempo em que solicitei que a cozinheira continuasse preparando mais chá, conforme a necessidade.

Diante da curiosidade de todos , ainda mais perplexos ao perceber que após as duas primeiras horas de atendimento as pessoas já não estavam mais com queixas , ao final da maratona reuni a equipe, agradeci a colaboração e informei que sou membro de uma instituição beneficente, onde existe uma entidade de preservação ecológica e que este serviço que faço com as ervas é em nome desta Associação Novo Encanto.

Ao final de três semanas não havia mais uma epidemia de dengue e sim uma epidemia de cravo nos jardins. Situação semelhante aconteceu no ano em que trabalhei em Rio Branco – Acre, trabalhando também com medicina comunitária, onde quando responsável pela população do bairro Mauri Sérgio (900 famílias), nossa equipe dominou a epidemia de dengue em menos de um mês.

Transferido ao bairro Vitória, com a nova equipe em parceria com a Pastoral da Criança, nossa equipe conseguiu também dominar a epidemia em curto espaço de tempo.

Já comuniquei a diversas autoridades a respeito, a imprensa tem feito reportagem mostrando um caso da doença em nossa área de abrangência; não sei o que se passa na cabeça das autoridades que resistem em implementar o método, onde não há despesas, e é ecologicamente correto, e ainda contribui na melhora do nível de saúde e cultura do povo.

Continuo informando que é um trabalho beneficente da ANEDE.

Obs.:

O cravo amarelo apresenta tons variados chegando ao dourado; suas folhas são compostas, com cheiro inconfundível, muito utilizado para afugentar moscas em velórios, que lhe valeu o apelido de Cravo de Defunto. Não encontrei nenhum caso de intoxicação, recomendo 10 folhas compostas em um litro de água nos casos mais simples e 10 folhas em meio litro de água nos casos graves. Melhores resultados são obtidos com o chá morno tomado aos goles seguidamente até o desaparecimento dos sintomas, o que não tem ultrapassado 2 horas. Chá fervido.

No momento, a Secretaria Estadual de Saúde me designou a trabalhar também em plantões no Hospital de Pronto Socorro desta capital, onde continuo prescrevendo nos casos suspeitos e confirmados, além da medicação convencional, também o mesmo chá.
Saúde a todos, fraternalmente,

Dr Radjalma Cabral de Lima,
CRM AC 626.

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