EBOLA : PROFISSIONAIS DE SAÚDE,VIVER OU MORRER? EIS A QUESTÃO.

Por Cimberley Cáspio

centro do infernoimagem: bbs.yhcgo.com

Após a morte de 81 profissionais de saúde e constatação de 170 desses profissionais,já infectados pelo vírus ebola,o medo tomou conta; e muitos outros profissionais já evitam trabalhar na área afetada pela epidemia,e não mais respondem ao chamado da OMS.

A ONU e a OMS,tem trabalhado no chamamento dos profissionais de saúde,para viajarem à área afetada pelo vírus ebola,a fim de minimizar o problema,que na verdade, estando fora de controle, a palavra minimizar,na atual circunstância, é mera fantasia. E ir trabalhar na área,já pode ser considerado,uma ida sem volta; mas se nada for feito,o vírus pode pegar qualquer um,em qualquer parte do mundo,com exceção dos Polos Norte e Sul.

Por outro lado,as informações que chegam das regiões afetadas pela epidemia,são muito controladas e não dá para acreditar. Afinal,a economia de muitos países está em jogo,não só nos países atingidos pelo ebola,quanto nos países que se pensam estarem seguros e preparados.

A mineração internacional por exemplo,movimenta a economia tanto dos países atingidos pelo vírus ebola,quanto dos países investidores na região africana,como a mineração de ouro,diamantes e outros minerais,que enriquecem a Ásia,Europa e América,onde inclusive,há inúmeros trabalhadores e executivos dessas empresas internacionais,as quais,estão repatriando seus funcionários internacionais e dando licença a funcionários locais,devido a problemática viral,a qual, vem forçando a paralisação dos trabalhos nas minas locais,e paralisação parcial em outras minas,onde o vírus,segundo informações oficiais,ainda não é uma ameaça clara,muito embora,as notícias de mortes,segundo essas mesmas informações,falam de mortes distantes dos setores de mineração,ainda em atividade.Em resumo,muita informação é omitida e abafada.Nem mesmo os locais,tem clareza total do que está acontecendo de verdade,onde o propósito real das Organizações Internacionais,é proteger a circulação do capital dos países investidores na região,até onde puder.E o ebola está realmente gerando um grande prejuízo aos investimentos internacionais.

Sendo assim,em defesa do capital,a ONU e a OMS,farão tudo que puderem,para arregimentar o máximo de mão de obra local e internacional,para minimizar o prejuízo dos investidores. A questão é convencer o profissional de saúde a ir para o centro do inferno.

Fonte : Mining.com

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