O TAXISTA

Por Cimbeley Cáspio

mercado da saúdeimagem:pedroluiz.com

Taxiando pela região,é assustador a visão que tive da enorme quantidade de gente doente a caminho dos hospitais e consultórios médicos. Uma multidão.

Foi possível também perceber um grande número que se apoia sobre muletas.A toda hora,embarcam e desembarcam do táxi,de casa para o hospital,ou do hospital para casa.

Essa grande multidão de pessoas enfermas,produzem também,uma quantidade maciça de baterias de exames,a fim de identificar as causas das origens de suas doenças,onde na maioria das vezes,nunca mais terão a esperança de serem curados,ora pela incompetência médica,ora pelo interesse do sistema em recusar o processo da cura.Enquanto essa mesma multidão de pessoas doentes,também produz lucros estratosféricos aos vários planos de saúde e convênios hospitalares.

E o medo de ficar doente e cair em mãos incompetentes da saúde pública,faz com que milhares e milhares,migrem para os planos de saúde,achando que tal caminho é o mais adequado,onde segundo os segurados dos planos,imaginam que receberão melhor tratamento médico e maior atenção,além do objetivo principal,que…seria a cura.Pura imaginação,que não é a realidade.

Conversando com o taxista, atentei aos argumentos de que os planos de saúde não são diferentes do tratamento público. A má vontade,incompetência profissional,juntando o objetivo da indústria da saúde em não querer curar o doente,e sim,trabalhar na manutenção da doença,anula toda qualidade do atendimento; ficando o público e privado,tudo tragicamente muito parecido, quase…quase igual.

Sendo assim,é possível perceber um movimento gigantesco de dinheiro circulando na produção de exames e aparelhos hospitalares,colocando muletas e cadeiras de roda,como carro chefe de vendas.Uma indústria bilionária.

O que será que deve estar causando tudo isso? O taxista acredita que seja a alimentação.O alimento está envenenado e causando toda essa tragédia no país. Alguns resistem temporariamente ao veneno por algum tempo,porém mais cedo,ou mais tarde,o organismo humano será atingido em algum ponto do corpo,e o fim se inicia. A partir daí,a coisa complica,piorando a cada visita ao médico,onde os remédios receitados,ou uma cirurgia,que, se não acelera o fim,adia o fim do paciente; onde na maioria das vezes,um fim com muito sofrimento,não só do paciente,quanto dos familiares,que o acompanham.Isso quando não ficam inválidos permanentemente,devido a destruição causada pelos remédios,ou uma incisão cirúrgica mal feita.

E essa multidão continua crescendo dia a dia,aumentando o fluxo hospitalar; que também não consegue adequar a estrutura do atendimento no fluxo crescente;que confirmada a superlotação da unidade médica,seja público,ou privada,os pacientes ouvem dos funcionários da triagem,que procurem outros hospitais,independentemente do estado ,ou da gravidade que possa se apresentar.

O que se vê na saúde,é puro mercado.Não há interesse na cura,e sim,no fluxo de capital.

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