SE BRIGOU POR LAGOSTA,QUE DIRÁ PETRÓLEO.

Por Cimberley Cáspio

lagosta 02imagem : mnegocio.blog.uol.com.br

Se na década de 60,a pesca da lagosta,colocou o Brasil numa rota de colisão militar contra a França, imagine o pré-sal,no que pode despertar de interesse? Na lembrança desse fato,o Estado-Maior do Exército,divulgou um documento em que mostra a necessidade real de um reaparelhamento militar brasileiro no mais curto espaço de tempo,para a defesa dos interesses nacionais,tanto dentro das áreas soberanas,quanto fora do país.

No documento é revelado,dentre outras áreas,as regiões mais vulneráveis e dificultosas para uma rápida ação de mobilização e defesa nos dias de hoje,frente à uma eventual agressão internacional, que ora venha a se fazer necessário,que são: a Foz do Rio Amazonas,Roraima,Rondônia e o Acre,chamando atenção especial também a preparar toda infraestrutura ferroviária,rodoviária e fluvial do país,principalmente nas áreas citadas,a fim de proporcionar um deslocamento rápido e eficiente, à logística militar necessária à uma pronta-resposta.

E o que mais preocupa,é o relato do general de brigada Luiz Eduardo da Rocha Paiva,quando disse: “Em face da situação de indigência militar, o Exército não está em condições de cumprir a missão de defesa da Pátria em conflitos com potências capazes deameaçar interesses importantes ou vitais do País,como: EUA, UE,China, Rússia, Índia e Japão. No tocante à projeção de poder, não tem condições de compor uma força expedicionária com efetivo de um módulo de brigada para atuar em conflitos onde o oponente empregue armamento e equipamento moderno, particularmente de comando e controle, blindados, artilharia de campanha e antiaérea e mísseis. Tem capacidade apenas para participar de missões de paz, humanitárias e realizar a cooperação militar, ainda assim com restrições. Das 26 brigadas do Exército, nenhuma tem os sistemas operacionais completos ou com o índice mínimo de operacionalidade para missões de combate.”

No documento é relatado que hoje, o Comando Militar do Norte,baseado em Manaus,teria dificuldades para mobilizar com rapidez, uma força logística de apoio nos pontos militares mais vulneráveis das calhas sul e norte da Amazônia Brasileira, se fazendo então necessário e urgente,a criação do Comando Militar na calha sul,em Porto Velho,ou Rio Branco,no objetivo de atender a proteção e defesa na fronteira com o Peru e a Bolívia,com mais celeridade.

Muito embora alguns países,não venham a ser considerados ameaças,podem ser usados como “pontes”
para uma eventual ameaça,o que se faz necessário estar com uma força militar preparada para responder à agressão de imediato.

Ao observamos o exemplo do continente africano,alvo predatório das potências e dos emergentes, na busca desesperada por energia e riqueza,onde governos africanos são atraídos e disputados acirradamente,numa luta de “peso- pesado”,com investimentos externos de milhões e bilhões de dólares,onde até uma ação militar pode vir à fazer parte do menu entre os “parceiros” que lá estão,como U.S.A,Rússia,China,Índia,França,Inglaterra,Japão,Africa do Sul e inclusive o Brasil,não se pode descuidar dos recursos brasileiros,e principalmente do pré-sal,e muito menos ainda,confiarmos “nas amizades dos parceiros”,que hoje se dizem “amigos”; lembrando que se por lagosta,quase que se iniciou uma guerra,que dirá então o petróleo.

Fonte : Estado-Maior do Exército
Revista História.com.br

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